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segunda-feira, 2 de agosto de 2021

TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)

 TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)

TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)


Após analisar esta interessante matéria da revista NOVA ELETRÔNICA dos anos 80 que segue abaixo  ,comecei a pensar na evolução ou não do prazer de ouvir  música…Antes e depois do advento do áudio digital ...

Lembrei dos luxuosos módulos dos anos 70 e 80,dos volumosos aparelhos valvulados do passado e da compactação ,massificação, e "descartabilidade" dos modernos aparelhos sonoros…


E ai divaguei...

TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)
TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)
TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)
TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)
TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)
TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)


Alta fidelidade

Alta-fidelidade é um conceito para sistemas de som, segundo o qual, é possível se obter uma reprodução muito fiel de um evento sonoro gravado, especialmente da música clássica ou instrumental no inicio .

Também referida como hi-fi (do inglês high-fidelity), é a reprodução de áudio feita por um aparelho de som com a maior fidelidade possível ao som real. Para tal, deseja-se minimizar os efeitos de ruídos e distorções. Tais equipamentos de som fazem uso da estereofonia na reprodução do áudio.


TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)
Entusiastas da alta-fidelidade são chamados de audiófilos, eles são puristas do som que apreciam sistemas sonoros em que o único compromisso é fidelidade, equipamentos estes conhecidos pelo termo em inglês high-end.
Desde que surgiram os primeiros processos de registro sonoro, especialistas em áudio, consultores, audiófilos, pesquisadores, empresas de sonorização e indústrias de alto-falantes, discutem, pesquisam e desenvolvem métodos, procedimentos e equipamentos objetivando a reprodução perfeita de eventos sonoros (gravados) especialmente de música, o que se convencionou denominar de alta-fidelidade.
Podemos citar um exemplo como a Audio Engineering Society que  é uma sociedade profissional dedicada exclusivamente à tecnologia de áudio. Fundada nos Estados Unidos em 1948, a AES cresceu e se tornou uma organização internacional que reúne engenheiros de áudio, artistas criativos, cientistas e estudantes em todo o mundo, promovendo avanços em áudio e disseminando novos conhecimentos e pesquisas.


Geralmente não chega ao conhecimento do entusiasta de alta-fidelidade de que a maioria dos equipamentos que ele compra, seja receptor, amplificador ou toca-discos, é fabricada para atender a um conjunto rígido de especificações ou padrões que, em conjunto, constituem o nível de desempenho que esses componentes devem atingir. Esses padrões são os próprios do fabricante ou aqueles acordados com outros fabricantes por meio de sua associação profissional . A existência de padrões é importante não apenas para o fabricante de equipamentos de alta-fidelidade, mas também para o comprador.

Não é possível precisar exatamente quando e por quem foi cunhada a expressão alta-fidelidade (ou High Fidelity como originalmente no inglês), mas na década de 1950, os fabricantes de áudio empregaram alta-fidelidade como um termo de marketing para descrever registros e equipamentos destinados a fornecer reprodução de som fiel. Enquanto alguns consumidores simplesmente interpretaram a alta-fidelidade como um equipamento sofisticado e caro, muitos encontraram a diferença na qualidade em comparação com os então rádios AM padrão e registros de 78 rpm prontamente aparentes e compraram fonógrafos de alta-fidelidade e LPs de 33⅓. Os audiófilos prestaram atenção às características técnicas e compraram componentes individuais, como toca-discos, sintonizadores de rádio, pré-amplificadores , amplificadores de potência e alto-falantes. Alguns entusiastas até montaram seus próprios sistemas de alto-falantes.

TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)
No final dos anos 1950 e início dos anos 1960, o desenvolvimento de equipamentos estereofônicos e outras tecnologias levaram à próxima onda de melhoramento de áudio doméstico, e na linguagem comum estéreo hi-fi . Os registros sonoros foram agora reproduzidos em um aparelho de som . No mundo do audiófilo, entretanto, o conceito de alta-fidelidade continuou a se referir ao objetivo de uma reprodução sonora de alta precisão e aos recursos tecnológicos disponíveis para atingir esse objetivo. Este período é considerado a “Idade de Ouro do Hi-Fi”, quando os fabricantes de equipamentos de válvulas da época produziam muitos modelos que hoje são cultuados pelos audiófilos modernos, e pouco antes do equipamento solid state ( transistorizados) ser introduzido no mercado, posteriormente substituindo o equipamento de válvula como a tecnologia principal.

TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)

Um tipo popular de sistema para reprodução de música começando na década de 1970 e 1980 era o centro de música (Audio Systems)  integrado ( 3 em 1 no Brasil) - que combinava um toca-discos, sintonizador de rádio AM-FM, toca-fitas, pré-amplificador e amplificador de potência e caixas acústicas em um pacote único . Esses sistemas anunciavam sua simplicidade. O consumidor não precisava selecionar e montar componentes individuais ou estar familiarizado com as classificações de impedância e potência. Os puristas geralmente evitam referir-se a esses sistemas como alta-fidelidade, embora alguns sejam capazes de reprodução de som de muito boa qualidade.

TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)

Os audiófilos nas décadas de 1970 e 1980 preferiam comprar cada componente separadamente. Dessa forma, eles poderiam escolher modelos de cada componente com as especificações que desejassem. Na década de 1980, várias revistas para audiófilos foram disponibilizadas, oferecendo análises de componentes e artigos sobre como escolher e testar alto-falantes, amplificadores e outros componentes .No Brasil podemos destacar  a SOM TRÊS que inicialmente fazia testes e dava dicas para os amantes do HI-FI tupiniquim... Mas
 antes deste período existiram outras revistas no mundo como a REVISTA ALTA FEDELTÁ italiana que foi publicada entre 1957 a 1961.

Equipamentos modernos de áudio

TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)

No final do século 20 apareceram os MICRO systems populares e genéricos que eram mais barulhentos, iluminados como um carro alegórico e baratos…Os produtos asiáticos começavam a dominar o mercado ,descartáveis e de plástico tomaram o lugar dos robustos equipamentos de madeira e metal das décadas anteriores…já começava a ser menos exigente a qualidade do som do publico em geral  …

Alguns equipamentos modernos ainda são para alta-fidelidade e podem ser conectados digitalmente usando cabos de fibra óptica , portas USB (incluindo uma para reproduzir arquivos de áudio digital) ou suporte Wi-Fi ,com preços astronômicos.

Outro componente moderno é o servidor de música hi-end  o primo rico do streamer popular que consiste em discos rígidos de computador que armazenam música na forma de arquivos de computador . Quando a música é armazenada em um formato de arquivo de áudio lossless como FLAC ou WMA Lossless , a reprodução de computador do áudio gravado pode servir como uma fonte de áudio de alta qualidade para um sistema Hi-Fi.

Compactação de áudio lossless

A maioria das técnicas de compactação de áudio digital como MP3 leva à perda de parte dos dados contidos no arquivo original. A compactação lossless é uma forma de compactação que preserva  os dados originais. Já os serviços de streaming normalmente têm uma faixa dinâmica mais compactada e possivelmente taxas de bits mais baixas do que os audiófilos gostariam.

Hi-fi e Hi-end

O termo Hi-fi é técnico sendo atribuído a qualquer equipamento de áudio que tenha resposta de frequência de 20 a 20 000 Hz com variação abaixo de +/- 3 dB e relação sinal/ruído acima de 70 dB com distorção harmônica total menor que 0,5%.Hoje, espera-se de um bom sistema de áudio para reprodução de música que suas especificações excedam significativamente os valores Hi-Fi padrão. Isso se aplica à faixa de transmissão de frequência, que deve se aproximar do limite audível de cerca de 20 kHz, mas também ao fator de distorção e à relação sinal ruído .

Embora a tecnologia de amplificadores seja amplamente dominada atualmente em relação à resposta de frequência , ruído , relação sinal/ruído , diafonia ( crosstalk ) e fator de distorção, os alto - falantes , combinados com a acústica da sala , continuam a ser um ponto fraco. Os alto-falantes pequenos basicamente têm um problema com a radiação agrupada de frequências baixas-médias, o que é problemático se você quiser integrá-los à acústica da sala. Os alto-falantes têm a pior resposta de frequência e, de longe, o maior fator de distorção de todos os componentes.

Também pode acontecer que loops de terra ou  zumbido e interferência de dispositivos digitais destruam os bons valores da relação sinal/ruído de componentes individuais.

Na reprodução de áudio estéreo , a diafonia pode se referir ao vazamento de sinal de um canal  para outro, reduzindo a separação de canais e a imagem estéreo . 
Quer saber mais sobre  áudio estéreo leia minha postagem :

Técnicas e informações sobre gravação e conversão mono e pseudo estéreo !


Hi-end é conceito de projeto, sendo atribuído a equipamentos de áudio cuja arquitetura e componentes utilizados sejam aqueles de última geração, ou seja, de tecnologia mais recente.

A questão sobre diferenças do som em alta-fidelidade é realmente delicada – por isso mesmo, há quem diga que é tudo relativo ou subjetivo (psicológico) e que a maioria dos audiófilos não resistiria a um teste cego.

Teste Cego de AUDIO

Esse é um teste cego A/B, o que significa que não há como você saber qual é a versão em alta resolução antes de ouvi-lo — uma das melhores maneiras de eliminar  preconceitos na hora de fazer a escolha, sem qualquer forma de identificação, para testar as características puras e tangíveis ,sem as possíveis influências da marca e do marketing.

Neste vídeo interessante você pode saber o que é um teste cego moderno!

 O Fim da Alta Fidelidade

 (resumo da matéria do site da revista Rolling Stone  PUBLICADO EM 09/04/2008 )

A alguns anos uma revolução na tecnologia de gravação mudou a forma como álbuns são produzidos, mixados e masterizados - quase sempre para pior. Dizem os produtores: “Eles querem que os álbuns fiquem mais altos para conquistar a atenção [dos ouvintes]”...

Os engenheiros fazem isso através da aplicação da compressão dinâmica, que reduz a diferença entre os sons mais altos e os mais suaves em uma música.

Produtores e engenheiros chamam isso de “a guerra do volume”, e ela tem mudado o som de quase todos os álbuns de rock e pop. Mas o volume não é a única questão. Programas de computador como o Pro Tools (que servem para que os engenheiros de som manipulem o som do mesmo jeito que um Word edita texto) fazem com que os músicos pareçam perfeitos, de uma forma não natural. E os ouvintes de hoje consomem uma quantidade cada vez maior de música em MP3, formato que elimina muitos dos dados existentes no arquivo original do CD e pode deixar o som metálico ou oco. Pode se afirmar “Com todas as inovações técnicas, a música ficou pior”...
Ao manter a intensidade constante, o disco deixa de mostrar os altos e baixos emocionais que normalmente existem em toda música.

O ouvido interno automaticamente comprime o excesso de volume para se proteger, assim nós associamos compressão com altura, conforme explica Daniel Levitin, professor de música e neurociência na Universidade McGill e autor do livro This Is Your Brain on Music: The Science of a Human Obsession (Esse é o Seu Cérebro com Música: A Ciência de uma Obsessão Humana).

O cérebro humano se desenvolveu de forma a prestar especial atenção a barulhos altos, assim sons comprimidos inicialmente pareciam mais interessantes. Mas o efeito não dura. “O interesse na música vem da variação no ritmo, no timbre, no tom e na altura”, diz Levitin. “Se você mantiver algo constante, pode se tornar monótono.” Depois de alguns minutos, mostra a pesquisa, a altura constante começa a cansar o cérebro. Apesar de que poucos ouvintes percebam isso conscientemente, muitos sentem a necessidade de pular rapidamente para a próxima faixa.

Para um ouvinte médio, uma escala dinâmica ampla cria uma sensação de espaço e facilita a audição dos instrumentos individualmente ...

Produtores de rock e pop sempre usaram a compressão para equilibrar os sons de diferentes instrumentos e fazer a música soar mais animada. Já as estações de rádio usam a compressão por questões técnicas. Nos tempos dos LPs, havia um limite físico para a altura máxima dos níveis dos sons graves antes de a agulha começar a pular. Os CDs podem aguentar níveis superiores de altura, apesar de que eles, também, possuem um limite que os engenheiros chamam de "dB zero digital", acima do qual os sons começam a distorcer.

A música moderna deveria ser capaz de prender sua atenção." Rob Cavallo, que produziu American Idiot, do Green Day, e The Black Parade, do My Chemical Romance, complementa: "É um estilo que começou com o pós-grunge, para conseguir intensidade. A ideia era enfiar a cara do ouvinte na parede. Um CD para deixar aturdido".

TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)

Não é a nova música que está muito alta. Vários discos remasterizados sofrem do mesmo problema, já que os engenheiros aplicam a compressão para ajustá-los ao gosto moderno. A nova coletânea do Led Zeppelin, Mothership, está mais alta do que os álbuns originais da banda e Bendeth, que mixou o ELV1S: 30 #1 Hits  de Elvis Presley, diz que o álbum ficou muito alto para o gosto dele quando foi masterizado. “Muitos audiófilos odeiam aquele disco”, ele conta. “Mas as pessoas podem tocá-lo no carro e ele compete com o novo disco do Foo Fighters.”

Assim como os CDs acabaram com o vinil e com as fitas cassetes, o MP3 e outros formatos digitais estão rapidamente derrubando os CDs como a forma mais popular de se ouvir música. Isso significa mais conveniência, mas som pior. Para criar um MP3, o computador copia a música de um CD e a comprime em um arquivo menor, excluindo a informação musical que o ouvido humano tem menos probabilidade de perceber. Muita informação eliminada está nos extremos do espectro, por isso o MP3 parece não ter nuances.

Como a tecnologia alterou a forma como os sons são gravados, ela também encorajou uma perfeição artificial na própria música. Fitas analógicas foram trocadas, na maioria dos estúdios, pelo Pro Tools. Edições que antes exigiam emendas nas fitas agora são facilmente realizadas com o clique de um mouse. Programas como o Auto-Tune podem melhorar a afinação de qualquer cantor; o Beat Detective faz o mesmo pelos bateristas.

Mesmo assim, os ouvintes de CD parecem demonstrar pouco interesse em estéreos de alta qualidade, graças à popularização de sistemas home-theater de som surround. Além disso, formatos de disco de qualidade superior, como DVD-Audio e o SACD, se revelaram fracassos comerciais. Os produtores se lamentam, porque os ouvintes mais jovens cresceram tão acostumados à música comprimida e metálica dos MP3s que a batalha parece já estar perdida. “Os CDs têm um som melhor, mas ninguém está comprando mais”, afirma Bendeth. “A era dos audiófilos já passou.”

Minhas conclusões:

TEORIA DA ALTA FIDELIDADE - NOVA ELETRÔNICA n.80 1983 + (Informações, DIVAGAÇÕES e OPINIÕES)
Analisando toda esta informação ,acredito que o som perfeito ou HI-FI é um mito. Uma questão de opinião em certos aspetos, quando extrapolamos o bom senso para um perfeccionismo caro, subjetivo e pessoal. Cada um ouve de um modo tanto pelos aspectos fisiológicos como psicológicos, mas existe um meio termo ,uma qualidade media que vem se deteriorando com o passar do tempo. Antes existia muita dinâmica sonora e realismo, se queria um som sem muita distorção,  pouca maquiagem e cristalino para um  ambiente  sociável ou comunitário...

Atualmente se quer muito barulho ,timbres grave sem definição ou dinâmica e uma sonoridade pasteurizada e artificial para um ouvinte "zumbificado" que não quer dividir ou sociabilizar, mas poluir as camadas sonoras ou se isolar em seus enormes fones futuristas de alienígena  robótico  .Alienados do ambiente real ...acredito que as pessoas hoje tem uma acuidade auditiva muito pior que  antigamente... por isso a indiferença ou incapacidade de perceber se uma música ou som esta puro, tem nuances ou esta disforme.
Ate um tempo atrás era  o termo alta-fidelidade  mais ostentativo que efetivo...
Hoje  se confunde erroneamente com mais alto, estrondoso  e com luzinhas…

Sabemos que o termo HI-FI é bem aplicado a música clássica ou instrumental , mas nem por isso as músicas de um modo geral devem ser de baixa qualidade sonora...um rock ou uma moda de viola bem reproduzidos te faz sentir estar dentro da música...A imaginação com a  correta  estereofônica pouco apreciada atualmente...Faz você viajar mentalmente...
Nem vamos entrar no mérito das letras e melodias ...
Quem sofreu mais com isso? Nossos ouvidos...
Talvez por isso atualmente explique a moda de reviver o passado, a volta das mídias analógicas como o VINIL e o aquecimento do mercado de equipamentos de áudio vintage...
Mas acredito que é muito difícil o retorno predominante as origens...

Por fim um bônus...
Um vídeo antigo da BBC que satiriza os excêntricos audiofilos do passado...
Este filme da BBC é uma obra-prima.

“Eles gostam de música? Ou eles estão apaixonados por equipamentos? ”
Hi-Fi-Fo-Fum programa de 1959.

Os meandros da alta fidelidade.


http://www.intercom.org.br/papers/sipec/ix/trab61.htm
https://pt.wikipedia.org/wiki/Alta-fidelidade
https://de.wikipedia.org/wiki/High_Fidelity
https://en.wikipedia.org/wiki/High_fidelity
https://en.wikipedia.org/wiki/Crosstalk
https://pt.wikipedia.org/wiki/3-em-1
https://support.apple.com/pt-br/HT212183
https://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/musica/o-som-e-melhor-em-alta-fidelidade-btlmvvli7o8um2ukie37ngycw/
https://www.aes.org/
https://rollingstone.uol.com.br/edicao/19/o-fim-da-alta-fidelidade/
http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL25413-7085,00-MUSICA+DIGITAL+DECRETA+O+FIM+DA+ALTAFIDELIDADE.html
file:///C:/Users/edyne/Downloads/disserta_squines_2013.pdf
https://tecnoblog.net/454072/pagar-mais-pelo-lossless-para-ouvir-o-que/
http://web.archive.org/web/20190916090025/http://www.bassboy.com.au/getreel/site/classicamps/files/articles/ihf/article.htm


quarta-feira, 3 de março de 2021

NOVA ELETRÔNICA n.1 fevereiro 1977 ÁUDIO e SONS DIFERENTES NOS CONJUNTOS MUSICAIS

 ACERVO HISTÓRICO!

NOVA ELETRÔNICA n.1 fevereiro 1977 

ÁUDIO e SONS DIFERENTES NOS CONJUNTOS MUSICAIS

Matéria escrita por Cláudio César Dias Baptista  o CCDB.Na na revista esta BATISTA!

Ex-técnico dos Mutantes e criador de inúmeros produtos de áudio profissional.

Introdução ao celebre e cultuado grupo de matérias que foram pulicados  para montar um sintetizador para guitarra e instrumentos musicais.

Você pode encontrar a serie aqui.

https://pdfcoffee.com/sintetizador-ccdb-pdf-free.html

SÍNTESE SONORA & ELETRÔNICA ARTESANAL
ACERVO HISTÓRICO!

PROJETOS DE CIRCUITOS MUSICAIS ELETRÔNICOS E OUTRAS INFORMAÇÕES!

Tudo que eu encontrei em revistas antigas, livros e sites sobre musica feita eletronicamente
e instrumentos para fazer ou manipular música ou sons eletrônicos ,mas que ainda não testei...

Quem sabe você faça isto!
NOVA ELETRÔNICA n.1 fevereiro 1977   ÁUDIO e SONS DIFERENTES NOS CONJUNTOS MUSICAIS
NOVA ELETRÔNICA n.1 fevereiro 1977   ÁUDIO e SONS DIFERENTES NOS CONJUNTOS MUSICAIS




NOVA ELETRÔNICA n.1 fevereiro 1977   ÁUDIO e SONS DIFERENTES NOS CONJUNTOS MUSICAIS
NOVA ELETRÔNICA n.1 fevereiro 1977   ÁUDIO e SONS DIFERENTES NOS CONJUNTOS MUSICAIS
NOVA ELETRÔNICA n.1 fevereiro 1977   ÁUDIO e SONS DIFERENTES NOS CONJUNTOS MUSICAIS
NOVA ELETRÔNICA n.1 fevereiro 1977   ÁUDIO e SONS DIFERENTES NOS CONJUNTOS MUSICAIS
NOVA ELETRÔNICA n.1 fevereiro 1977   ÁUDIO e SONS DIFERENTES NOS CONJUNTOS MUSICAIS
NOVA ELETRÔNICA n.1 fevereiro 1977   ÁUDIO e SONS DIFERENTES NOS CONJUNTOS MUSICAIS
NOVA ELETRÔNICA n.1 fevereiro 1977   ÁUDIO e SONS DIFERENTES NOS CONJUNTOS MUSICAIS
NOVA ELETRÔNICA n.1 fevereiro 1977   ÁUDIO e SONS DIFERENTES NOS CONJUNTOS MUSICAIS








sábado, 19 de setembro de 2020

Fazendo e conferindo cabos de áudio

 Fazendo e conferindo cabos de áudio.

Introdução:

Conceitos Básicos Sobre Cabos Analógicos

Cabos Analógicos balanceados não
Balanceados

Os cabos balanceados são quase que imunes aos ruídos de interferência, tais como os que são causados pelas frequências de rádio, equipamentos eletrônicos e etc. Motivo pelo qual eles são muito usados com equipamentos de áudio profissional. 

    • Não balanceados

Cabos comuns geralmente de usado doméstico. Muito suscetível a ruído eletromagnético.

    • Nível de microfone/instrumento – (balanceado preferencialmente)

    • Nível de alto-falante – (não balanceado)

    • Nível de linha – (balanceado)

Existem basicamente três níveis de sinal num sistema de som: nível de microfone, nível de linha e nível de alto-falantes.

O nível de microfone é também conhecido como baixo nível, mic level ou low level. Como você já deve ter percebido, é o nível mais baixo de um sistema de áudio e ópera numa faixa que pode ir de – 52 dBu (2 mV) até – 10 dBu (245 mV). Como o nome já diz, é nesta faixa que os microfones trabalham. Também estão nesta faixa os sinais enviados por direct boxes.

Devido ao baixíssimo nível do sinal, qualquer ruído é facilmente perceptível, daí a importância de se trabalhar, principalmente no nível de microfone, com linhas balanceadas.

Nas mesas de som e consoles, as entradas MIC estão preparadas para receber sinais neste nível de intensidade e por isto possuem baixa impedância de entrada.

O nível de linha, também conhecido como line level, é o nível de sinal onde operam os instrumentos musicais ativos (violão, guitarra, contrabaixo etc) e eletrônicos (teclados). Os sinais trocados entre os equipamentos que compõem o sistema de som também trabalham em nível de linha. Esta faixa de nível opera entre – 10 dBu (245 mV) até + 30 dBu (24,5 V).

As entradas LINE das mesas são projetadas para suportar o nível de linha e por isto têm a impedância de entrada mais alta que as entradas de MIC.

As entradas e saídas dos diversos componentes do sistema de som, com exceção da saída do amplificador, operam igualmente em nível de linha.

Alguns equipamentos vêm com uma chave seletora para o nível de operação: – 10 dBv  ou + 4 dBu (lembre-se que dBv = dBu). Verifique se os seus equipamentos possuem esta chave. Em caso afirmativo, coloque-as na mesma posição (tanto faz se em – 10 ou + 4). Se alguns possuírem a chave e outros não, selecione + 4 dBu naqueles que a possuem, uma vez que os equipamentos mais novos trabalham com este nível de linha como default.

O nível de alto-falante, também chamado de alto nível ou high level, é o nível de operação de saída dos amplificadores. Estes sinais possuem amplitude maior que + 30 dBu (24,5 V).

Os cabos BALANCEADOS possuem 3 fios:

    1. Sinal (+)

    2. Sinal (-)

    3. Aterramento

Já os cabos NÃO BALANCEADOS possuem apenas 2:

    1. Sinal 

    2. Aterramento

A presença do terceiro fio nos cabos balanceados é exatamente o que torna possível o cancelamento de ruídos.

XLR Macho –  XLR Fêmea – TRS –
Conectores Analógicos

    • XLR Macho

    • XLR Fêmea 

    • TRS 

Cada um desses conectores possui 3 pontos de contato, os quais carregam os sinais dos fios positivos, negativos e de aterramento.

    • XLR macho possui 3 pinos

    •  XLR fêmea possui  3 buracos

    • TRS possui 3 superfícies conhecidas como Tip, Ring e Sleeve

No Brasil, os conectores TS/TRS são conhecidos como P1 (TS, TRS ou TRRS 2,5 mm), P2 (TS, TRS ou TRRS* 3,5 mm) e P10 (TS ou TRS 6,35 mm).

Nas pontas dos cabos analógicos balanceados, você encontrará 1 destes 3 conectores:

    • XLR Macho – que pode ser conectado às várias entradas de equipamentos.

    • XLR Fêmea – que pode ser conectado ao microfone e às várias saídas dos equipamentos.

    • TRS – que pode ser conectado tanto em entradas QUANTO em saídas.

Tipicamente, os cabos analógicos não balanceados utilizam apenas conectores TS, comumente vistos em cabos de instrumentos/guitarra.

No Brasil, os conectores TS/TRS são conhecidos como P1 (TS, TRS ou TRRS 2,5 mm), P2 (TS, TRS ou TRRS* 3,5 mm) e P10 (TS ou TRS 6,35 mm). 

Como você pode ver na imagem abaixo, os conectores TRS possuem 3 pontos de contato, enquanto os conectores TS possuem apenas 2.

O ponto de contato extra dos conectores TRS é o que permite que eles tenham o sinal balanceado.

conectores TS/TRS
A cablagem balanceada dos conectores TRS possui os seguintes contatos:

    • Tip = Positivo

    • Ring = Negativo

    • Sleeve = Aterramento

E a cablagem TS possui os contatos:

    • Tip = Positivo

    • Sleeve = Aterramento

DICAS!

Confeccionar o seu cabo de forma a evitar  problema como a solda fria e curtos é nosso objetivo.

Você sabia que 80% dos problemas que ocorrem em sistemas de som são defeitos em cabos?

- A primeira coisa que você deve ter em mente é sempre usar conectores (plug's) de qualidade. A economia em cabos e plug's é insignificante quando comparado ao grande prejuízo que eles podem causar no futuro.

Os importados Switchcraft, Cannon, Neutrik ou com procedência e qualidade são os mais confiáveis.

Cuidado existem centenas de conectores “GENÉRICOS” por ai. Eles são de péssima qualidade.

- Usar cabos (fios) de qualidade (emborrachados e com a malha mais grossa)

- Usar conectores novos. Os usados apresentam oxidações (ferrugem) além de estarem deformados ,trincados ou com desgaste.

- Usar sempre solda de boa qualidade própria para eletrônica.

- Saber usar um bom ferro de solda para eletrônica de 30 watts é o suficiente.

- Saber usar um MULTÍMETRO para conferir as ligações.

- Ter em mão um alicate de corte afiado , um estilete, uma lixa fina para metal ou mesmo  de unha e se desejar pasta ou fluxo para solda e muita disposição para praticar

Como Fazer um Cabo "RCA x RCA"

Estatisticamente este é um dos cabos que apresenta maior número de problemas. ( Os técnicos experientes, que estão lendo este artigo sabem disso) Em sistemas de som ele é muito usado em CD player, vídeos, gravadores , alguns amplificadores que ainda usam este tipo de plug e outros dispositivos.  Mas ele tem um problema recorrente ,para de funcionar do nada. Parece uma maldição. Um tipo de cabo e conector bastante simples mas que apresenta muitos problemas. Por isso capriche na confecção.

Como Fazer um Cabo "RCA x RCA"

1) Corte o cabo no tamanho que você deseja para o seu cabo RCA

-Descasque mais ou menos 1 cm nas extremidades, separe a malha da parte central do cabo e repare se a capa plástica não se rompeu em nenhum lugar deixando as duas pontas bem enroladinhas passe um pouco de solda nas duas pontas de forma que as pontinhas fiquem juntas.

2) Esquente um pouco a extremidade , lugar onde deve ser soldado a malha ( a parte mais grossa do cabo).

Aguarde esfriar e prenda o cabo deixando apenas a parte interna do cabo solta.

3) Esquente um pouco o centro do "plugue" e solde a parte interna do cabo. Área critica se esquentar muito estraga o plugue.

4) Feche e aguarde esfriar

Obs.: Repare se a parte central do cabo não encosta na capa metálica. Alguns tipos de plug já vem com um canudo de papelão para isolar esta parte. Outros ainda vem com uma mola na parte de traz do "plug" que as vezes afundam deixando ele em curto circuito. observe bem se isso não ocorre. Outra coisa se você estiver trabalhando com plugs usados, lembre-se de retirar as soldas anteriores lixe bem o terminal e limpe a parte central do plug.

Como Fazer uma Cabo de áudio para Instrumento P10 mono “Banana”

 Instrumentos como baixo, guitarra , teclados usam o plug tipo P-10 de 1/4 de polegada , conhecidos como bananas a sua confecção é bastante simples.

Como Fazer uma Cabo de áudio para Instrumento P10 mono “Banana”
1) Corte o cabo no tamanho que você deseja para o seu cabo banana (P10 mono) x banana (P10 mono) identifique a polaridade (+ positivo (vivo) e – negativo (malha = terra)).

2) Descasque mais ou menos 1 cm nas extremidades, separe a malha da parte central do cabo e repare se a capa plástica não se rompeu em nenhum lugar deixando as pontas bem enroladinhas passe um pouco de solda nas duas pontas de forma que as pontinhas do fio fiquem juntas. Esquente um pouco o terminal , lugar onde deve ser soldado a malha ( a parte mais grossa que é a blindagem do cabo). Aguarde esfriar não esqueça de colocar a capa metálica e o isolante de papelão antes da primeira solda.

3) Esquente um pouco o centro do "plug" e solde a parte interna do cabo no terminal da ponta. Deixe o fio virado para cima e corte a ponta indesejada bem rente quando esfriar.

4) Aguarde esfriar e feche rosqueando com cuidado.

Obs.: Repare se a parte central do cabo não encosta na capa metálica. Os plugs importados como Switchraft, Neutrick já vem com um tubo de papelão para isolar esta parte. Outros ainda vem com uma mola na parte de traz do "plug" que as vezes afundam deixando o cabo em curto circuito. observe bem se isso não ocorre. Outra coisa se você estiver trabalhando com plugs usados, lembre-se de retirar as soldas anteriores e lixe bem os pontos de solda. Verifique cuidadamente se não há oxidação das partes metálicas.

Como fazer um cabo de instrumento ( banana x banana - estéreo).

  Instrumentos estéreos como violões , teclados e alguns efeitos digitais usam o plug tipo telefônico P-10 de 1/4 estéreo os procedimentos são quase iguais aos do cabo mono com algumas pequenas alterações.

Como fazer um cabo de instrumento ( banana x banana - estéreo).

1) Corte o cabo no tamanho que você deseja para o seu cabo banana x banana estéreo identifique a polaridade dos fios (Branco positivo. Preto Negativo e a malha).

2) Descasque mais ou menos 1 cm nas extremidades, separe a malha da parte central dos núcleos e repare se a capa plástica não se rompeu em nenhum lugar deixando as pontas bem enroladinhas passe um pouco de solda nas duas pontas de forma que as pontinhas do fio fiquem juntas. Esquente um pouco o terminal, lugar onde deve ser soldado a malha (a parte mais grossa do cabo). Não esqueça de colocar a capa metálica e o isolante de papelão antes da primeira solda.

3) Solde a seguir o fio preto no terminal do meio e o fio branco na ponta que é a haste menor.

4) Veja se os 2 núcleos não estão encostados

5)Aguarde esfriar e feche rosqueando com cuidado

Obs.: Repare se os núcleos do cabo não encostam na capa metálica. Os plugs importados como já vem com um tubo de papelão para isolar esta parte. Outros ainda vem com uma mola na parte de traz do plug que as vezes afundam deixando o cabo em curto circuito. observe bem se isso não ocorre. Outra coisa se você estiver trabalhando com plugs usados, lembre-se de retirar as soldas anteriores e lixe bem os terminais. Algumas marcas nacionais podem ter conter diferenças de tamanhos nos plug's.

Como fazer um cabo de microfone balanceado ( XLR macho x fêmea).

 Os cabos de microfone usam os plugs XLR de três pinos as marcas mais conhecidas são Swithcraft, Cannon, Whirlwind e Neutrik a sua confecção exige muita atenção.

Usamos cabos balanceados (blindados com malha) com 2 núcleos e de baixa impedância específicos para microfones.

Como fazer um cabo de microfone balanceado ( XLR macho x fêmea).

1) Primeiramente montamos o XLR fêmea, que é o conector ligado no microfone ( o plug apresentado é da marca Cannon) Muito cuidado para não perder as pequenas peças do conector.

 2) Descasque a ponta do fio até 2cm. Coloque no cabo antes de iniciar a soldagem a proteção de borracha ,a capa metálica e o isolante de papelão.

 3) Corte o barbante e a fita isolante de tecido ( se tiver dentro do cabo que você está usando) deixando apenas as três pontas ( malha e os 2 núcleos )

 4) Repare que os pinos ou terminais estão numerados em cada conector. Solde nessa ordem:

1) Malha metálica (Terra)

2) Positivo (+) Cor branco ou Vermelho

3) Negativo (-) Cor preto ou Marrom

 5) Após a soldagem monte novamente o conector com cuidado pois na maioria deles as peças são encaixadas.

6) No caso dos conectores da marca Cannon e Swithcraft há necessidade de colocar parafusos para travar a capa metálica.

Como fazer um cabo de microfone balanceado ( XLR macho x fêmea).

 No lado oposto do cabo colocamos o XLR Macho que pode ser ligado diretamente na mesa de som ou em extensões multi-cabos, subsnake etc. O procedimento de montagem é idêntico ao plug anterior.

 Observe que este conector apresenta os números dos pinos invertidos por isso siga sempre a numeração e não a posição dos pinos para não haver erros.

 Como se trata de um cabo blindado, as restrições quanto ao tamanho são mínimas ,porem é aconselhável que o tamanho do cabo não ultrapasse 50 metros pois acima deste tamanho a perda de sinal já é perceptível.

 Os cabos balanceados (blindados) também são usados em ligação de efeitos, periféricos, amplificadores e em alguns casos caixas acústicas importadas.

No caso de ligação de saída da mesa para crossovers, periféricos, efeitos ou gravadores deve se observar a procedência pois em alguns países os aparelhos têm o pino 3 como positivo necessitando uma modificação na confecção do cabo ou uso de um adaptador de inversão de fase.

Nesse caso deve-se observar as indicações do manual da mesa de som ou dos aparelhos.

Em algumas mesas este detalhe está estampado na parte traseira da mesa junto as saídas.

 Para ligações do microfone para  mesa não há alteração na confecção dos cabos.

 Observação: As marcas Swithcraft, Cannon, Whirlwind e Neutrik são marcas registradas mencionadas aqui apenas como referência didática.

Como Fazer um Cabo de Insert (Plug p10 estéreo para dois plug P10 mono)

 Usaremos o cabo de insert com pontas bananas (P10) , pelo fato da maioria dos efeitos possuírem esta conexão. A grande das vezes  apresenta problemas de desgaste destes cabos por isso se recomenda fazer sempre alguns extras a mais para ficarem de reserva.

Como Fazer um Cabo de Insert (Plug p10 estéreo para dois plug P10 mono)


Baseado no informativo técnico do antigo site  de Marcos A. Nass ( Ski ) -Técnico de Som Profissional (2001)

http://www.paginadosom.com.br/ski/abertura.htm

FILE ARCHIVED ON 01:13:44 Jun 25, 2003 AND RETRIEVED FROM THE

     INTERNET ARCHIVE ON 15:24:54 Jul 23, 2020.

Referências:

https://www.somaovivo.org/artigos/niveis-de-sinal-de-audio/#:~:text=Existem%20basicamente%20tr%C3%AAs%20n%C3%ADveis%20de,e%20n%C3%ADvel%20de%20alto%2Dfalantes. 

https://pt.ehomerecordingstudio.com/tipos-de-cabos-de-audio/ 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Conector_TRS 

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

POUCA POTÊNCIA OU A DISTORÇÃO QUEIMA ALTO FALANTE?

POUCA POTÊNCIA OU A DISTORÇÃO QUEIMA ALTO FALANTE? 

SÍNTESE SONORA & ELETRÔNICA ARTESANAL

POUCA POTÊNCIA OU A DISTORÇÃO QUEIMA ALTO FALANTE? - SÍNTESE SONORA & ELETRÔNICA ARTESANAL

Qual seria a causa verdadeira e correta?
A relação Alto Falante x Amplificador de saída: os mitos, cacoete e teorias erráticas desmistificadas…

Bobina solta da membrana:
Esse problema ocorre quando o nível de potência do amplificador é excedido (Clipping ), gerando a onda quadrada. Sob estas condições, a bobina gera muito calor e não tem nenhuma excursão coerente para a dissipação de calor da bobina, carbonizando-a.
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Bobina queimada com enrolamento soltos no topo:
Problema causado quando o alto-falante é submetido a um nível muito alto de distorção causando a queima do verniz e a armação da bobina, comprometendo a estrutura do mesmo e soltando o enrolamento do carretel.
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Dados importantes para nossa análise:

    • O que significa a potência de um alto-falante?


A potência especificada para um alto-falante é a potência que ele suporta sem danos, e não deve ser confundida com a intensidade de som que ele fornece. Portanto um alto-falante de 50 watts significa apenas que ele pode receber até 50 watts sem queimar.

    • Do que depende a potência do alto-falante?

A potência que um alto-falante suporta é, geralmente, determinada pela máxima temperatura que sua bobina móvel pode suportar sem queimar. Esta temperatura depende dos materiais empregados na fabricação da bobina, e principalmente do seu tamanho. É por isto que alto-falantes de grande potência, utilizam bobinas móveis de grande diâmetro.

    • Então quem gera a potência elétrica?

Quem gera e fornece a potência elétrica é o amplificador de POTÊNCIA. A potência elétrica máxima que um  amplificador pode fornecer ao alto-falante depende de sua construção e da impedância do alto-falante. Não depende da potência do alto-falante. Assim um amplificador de 100 w RMS, fornecerá 100 w RMS tanto a um alto-falante de 100 w como a um de 1000 w. Portanto, o fato de usarmos um alto-falante de potência maior, não nos trará nenhum acréscimo de intensidade sonora, podendo muito provavelmente ocorrer o inverso.

    • Qual deve então ser a regra que devemos seguir?
Em primeiro lugar, não devemos usar um alto-falante com potência menor do que o amplificador ao qual ele será ligado, porque com isso estaremos sobrecarregando-o, podendo até provocar sua queima.

Quando ligamos mais do que um alto-falante ao amplificador, a soma das potências dos alto-falantes deve ser maior do que a potência do amplificador.

Por outro lado, usar um alto-falante com potência muito maior do que o amplificador , não trará nenhuma vantagem, e pode ser até desvantajoso. Isto porque um alto-falante mais potente, devido a possuir uma bobina móvel grande e um cone pesado, pode apresentar um SPL menor, o que resultará numa emissão sonora mais fraca.


    • NOTA: Observamos  disso que : existem parâmetros do alto-falante muito mais importantes do que a potência, tais como o SPL, a faixa de frequências, a distorção, etc. Alto-falantes não são dispositivos simples como lâmpadas e como tal não podem ser descritos apenas por um simples número.


SOBRE A DISTORÇÃO:

A grande responsável por queima de falantes é a distorção e não a potência. Problema causado quando o alto-falante é submetido a um nível muito alto de distorção ocasionando a queima do verniz da bobina, comprometendo a estrutura da bobina e soltando o enrolamento do GAP.
Neste trecho, explicamos de forma resumida, para estudantes e amadores, o que é a distorção e de que modo podemos eliminá-la ou pelo menos reduzi-la.

Por que os amplificadores distorcem? 

O amplificador ideal não deve introduzir nenhuma forma de alteração no sinal que deve ser ampliado. Um sinal senoidal puro na entrada deve corresponder a um sinal senoidal exatamente igual na saída.
Outras formas de onda, como as mais complexas que correspondem à voz ou à música devem ser trabalhadas do mesmo modo.

Entretanto, por diversos motivos, pequenas alterações (e às vezes até grandes) são introduzidas no sinal que deve ser ampliado, resultando em deformações da forma de onda que denominamos distorção.

Estas alterações se traduzem de diversas formas, como, por exemplo, num soar diferente do original para quem ouve, ou em sons de timbre desagradável.
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O que é a distorção e como ela afeta a qualidade dos sistemas de som? 


As próprias características dos circuitos eletrônicos é que se responsabilizam por parte das distorções que podem ser notadas. Quanto menor for a distorção maior será a fidelidade de reprodução de um sistema de som.

Neste ponto alertamos os leitores que a qualidade de um sistema de som deve ser dada em função da fidelidade que ele apresenta e não em função da potência (número de watts) como muitos pensam.
Um potente amplificador de 200 ou 300 watts pode ter um som muito pior do que um pequeno amplificador de 5 ou 10 watts e a diferença pode estar na fidelidade.

O amplificador potente apresentando uma alta taxa de distorção não terá a mesma qualidade do pequeno amplificador mas de reduzida taxa de distorção.


Que tipos de distorções podem ser introduzidas pelos circuitos eletrônicos? 



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Distorção por linearidade (Clipping ou  SATURAÇÃO)


Um amplificador ideal deve ter uma resposta linear à variação da intensidade de sinal.
Se um sinal que varia de 0 a 0,1 mV na entrada produz uma variação da saída de 1 volt, no amplificador ideal, a variação de 0,9 a 1 mV (num nível mais alto portanto) deve também produzir uma variação de saída de 9 a 10 volts, que corresponde a 1 V também.
Em suma, em qualquer ponto da faixa de tensões de entrada, uma mesma variação corresponde a igual da tensão de saída.

IMPORTANTE a tensão de saída de um amplificador esta limitada a sua tensão de alimentação, se a tensão de alimentação é 30 volts ele não ira ultrapassar esse valor em hipótese alguma em sua saída(não adianta aumentar o ganho de entrada ou aumentar o volume) .Assim quando chegar nesse limite o sinal é cortado , achatado ou saturado e permanece assim ate que fique abaixo do limite suportado.

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Resumidamente  se o sinal de entrada ultrapassar certo valor, a tensão de saída não o acompanhará, pois terá chegado ao máximo. Temos então a saturação .

Quando o amplificador "satura’',' a deformação do sinal é grande, resultando numa reprodução desagradável. Deformando a sinal de entrada ,que se assemelha a uma onda quadrada que antes era senoidal por exemplo .

É a principal causa de queima de alto-falantes e amplificadores.

Outras distorções secundarias seguem abaixo…

Distorção Harmônica
Um dos resultados da não linearidade de um amplificador é a distorção harmônica.
Um sinal senoidal puro tem uma frequência bem definida. Entretanto, um sinal cuja forma de onda não seja a senoide, pode ser analisado como a combinação de sinais de frequências que sejam múltiplas do seu valor fundamental (Fourier). Estes sinais múltiplos são denominados “harmônicas”.
Como todas as frequências harmônicas são importantes para se obter o sinal com sua forma de onda original amplificado, e como existe um limite para o valor que o amplificador pode trabalhar, as frequências mais altas podem ser cortadas.

O resultado é que, por estes cortes, não temos a recomposição do sinal original, ocorrendo pois uma distorção.

Se tomarmos um sinal de determinada frequência e o decompormos em suas componentes (fundamental e harmônicas), podemos estabelecer quanto em porcentagem corresponde cada uma.
Somando as componentes que podem passar pelo amplificador e portanto ser reproduzidas na saída, temos a taxa de fidelidade. Subtraindo este valor de 100% temos “o que falta” e, portanto, a taxa de distorção harmônica.

Assim, se um amplificador deixar passar 99,5% das componentes do sinal de uma certa frequência (tomada como padrão) sobram 0,5% que correspondem à taxa de distorção harmônica total ou abreviadamente THD.

O ouvido pode perceber distorções a partir de 1%,o que significa que valores inferiores a este são perfeitamente toleráveis nos amplificadores comerciais.
É importante observar que esta taxa varia conforme a intensidade do sinal e portanto a potência de saída. Abrindo todo o volume de um amplificador, a potência aumenta, mas também aumenta a taxa de distorção.

Esta distorção nos picos de potência é que nos faz comprar amplificadores com potências sempre um pouco maiores do que aquela que necessitamos para uma audição normal.
Se precisamos de 20 watts para um ambiente com bom volume sonoro, optamos por um amplificador com um pouco mais, para que não precisemos em ocasião nenhuma usá-lo no máximo, quando a taxa de distorção é maior.

Distorção por intermodulação
Quando sinais de frequências diferentes são aplicados à entrada de um amplificador, eles se “combinam” resultando em diversos outros sinais de frequências diferentes.
Assim, se um sinal de 500 Hz e um de 700 Hz for aplicado à entrada de um amplificador, aparecem sinais que correspondem à soma e diferença das frequências.

Além disso, temos as harmônicas, que como já vimos, influem na obtenção do sinal original na saída.
Pois bem, estes sinais soma e diferença são amplificados junto com os sinais originais ,aparecendo na saída de forma a deformar o sinal original.

Distorção de Frequência
Este tipo de distorção se manifesta quando o sistema amplificador reforça ou elimina sinais de determinadas frequências.

Podemos verificar este tipo de distorção simplesmente analisando a curva de respostar de um amplificador.

O amplificador ideal deve ter uma resposta linear na faixa de frequências em que trabalha. Na prática, entretanto, ocorrem pequenas variações que significam reforços ou atenuações de determinadas frequências e que consistem em uma distorção de frequência.
Estas distorções são devidas à presença de circuitos RC, RL e mesmo LC que “sintonizam” certas frequências reforçando-as ou atenuando-as de modo seletivo.

Quanto mais próxima da resposta plana for a apresentada por um amplificador, melhor ele será.

Distorção de Fase
Este tipo de distorção ocorre quando o ângulo de fase entre a frequência fundamental do sinal amplificado e qualquer de suas harmônicas muda, ou ainda quando na reprodução, o ângulo de fase entre sinais de frequências diferentes é alterado.

O motivo é o mesmo do caso anterior.
Devido à presença de circuitos dotados de capacitores e indutores em conjunto com resistores, pode ocorrer uma alteração seletiva das fases dos sinais conforme sua frequência chegando mesmo a haver o corte de certas frequências.

Se a distorção ocorresse de maneira linear, ou seja, a alteração de fase fosse a mesma em todo o espectro, nada seria percebido mas na prática não é isso que ocorre.

Distorção Transiente
Este tipo de distorção se manifesta no sistema de reprodução, isto é, normalmente no alto-falante ou fone de ouvido.
Se pulsos de curta duração devem ser reproduzidos, estes dão origem à oscilações amortecidas no alto-falante ou fone, em vista de suas características mecânicas.

Em suma, um pulso único pode, na reprodução, resultar num trem de pulsos amortecidos.
Veja então que uma forma de onda que originalmente tem apenas uma subida rápida e que, portanto, corresponde a um transiente, aparece na reprodução com uma oscilação amortecida de forma de onda completamente diferente.

Conclusão
Todos estes tipos de distorção prejudicam a qualidade de som de um sistema.
Algumas são inerentes ao próprio equipamento enquanto outras dependem da forma com ele é usado.
O fato é que, na aquisição de um amplificador ou sistema de som, é muito importante estudar as suas características de fidelidade, muito mais que se preocupar com a potência.

A potência total nem sempre você usa, pois somente quando todo o volume é aberto é que um amplificador dá sua potência máxima, mas a fidelidade total você precisa sempre, quer seja nas mínimas potências, de fração de watt quando emprega o fone, quer seja no máximo quando você dá uma festa.

Cuidado, pois! Aprenda a dar valor à fidelidade de um sistema como qualidade principal.
A potência vem depois.

A VERDADEIRA RAZÃO desta pesquisa é!


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Clipping nos amplificadores e a reação dos alto-falantes...

As principais consequências de ter um amplificador ‘clipando’ são indicados por um alto nível de distorção sonora o que agride, e muito, os nossos ouvidos e sem contar que é o fator primordial para queima de drivers, tweeters e alto-falantes de um sistema de áudio.

As distorções sonoras todos conseguimos ouvir dentro da normalidade auditiva, pois incomoda muito, mas a mudança da senoide (onda com extremos arredondados) para onda quadrada nem sempre é notada, pois acontece nos alto-falantes, drivers e tweeters e não pode ser visto a olho nu.
De um modo não muito rigoroso pode-se dizer que, quanto mais o sinal se parece com uma senoide, menos potência RMS ele desenvolve, e quanto mais o sinal se aproxima de uma onda quadrada maior será a potência RMS aplicada no alto-falante.

Uma situação mais perigosa acontece quando o amplificador começa a distorcer severamente, ou “clipa”; geralmente esse processo se segue por um led de aviso de “clip”. Em amplificadores com qualidade e respeitando as normas mundiais, esse aviso começa a piscar com 5% de THD, Total Harmonic Distortion (Distorção Harmonica Total) o chamado SOFT CLIPPING.

Isso soa como um aviso de que a onda está deixando de ser arredondada em suas extremidades. Quanto maior o volume de áudio menos arredondada a onda e, claro, maior o nível de THD, ou seja, de distorção. Quando o led fica aceso o THD está em torno de 20%, o chamado HARD CLIPPING, aí sim o aviso passa a ser alarmante e a queima dos alto-falantes, drivers e tweeter expostos a distorção é certa. Veja abaixo um exemplo de como funciona no gráfico:

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Alimentação +Vcc, corrente contínua fase positiva, medida em Volts
Alimentação -Vcc, corrente contínua fase negativa, medida em Volts

A alternância dos sinais acima é o que gera o sinal de áudio que ouvimos no sistema de áudio.
Na linha azul temos um sinal de entrada geralmente fornecido por um equipamento de mídia, por exemplo: CD ou DVD entre outros. Observe que é uma onda bem arredondada chamada de senoide.
Na linha verde, perceba que a mesma foi amplificada, com auxílio de um amplificador. No caso, a mesma ganhou potência e aumentou, como podemos ver no gráfico. É aí que queríamos chegar. Já falamos acima sobre onda quadrada certo...

Mas vamos explicar o que acontece com o alto-falante quando chega nessa amplitude linear. Como podemos ver na linha verde, é muito simples, ele para por instantes imperceptíveis por nós.

Quando estamos ouvindo som o alto-falante excursiona diversas vezes por segundo e é esse fato que faz com que ele se refrigere internamente. Quando atingimos o ponto de distorção sonora o sinal fica menos arredondado como já foi dito e é aí que a temperatura de trabalho do falante começa a subir, prejudicando o componente e a qualidade do sinal que nada mais é que o HARD CLIPPING. É nesse momento que o falante para de excursionar por alguns instantes, algo muito rápido que só pode ser medido em m/s (mile/segundos), mas o suficiente para o aumento expressivo do conjunto e a queima da bobina. Neste caso não tem como se confundir, a bobina fica preta e muitas vezes até se funde de tanto calor.

Assista essa aula muito esclarecedora!


Entenda como um sinal AC pode saturar em um amplificador. O que acontece com a forma de onda? 

Relação de Potência Alto Falantes x Módulo Amplificador | Causas de Queima e impedância

CORRIJA esta afirmativa errática :POUCA POTÊNCIA QUEIMA ALTO FALANTE?

Aqui está desmistificado a ideia de que um amplificador de potência menor queima um alto-falante de potência igual ou superior, mas sim a falta de dimensionamento do sistema: onde a causa real é o excesso de sinal na entrada do amplificador ,além do limite suportado que provoca o clipping na saída por falta de tensão de alimentação do sistema, resultando em deformação do sinal que termina por queimar os alto-falantes.

Clipping, ou ceifamento, é a saturação de um sinal por excesso de ganho da amplificação. Assim, por exemplo um sinal senoidal tem suas pontas ceifadas na amplificação e o sinal resultante se aproxima de uma onda quadrada. Esta distorção é a principal causa de queima de bobinas de alto-falantes.

POUCA POTÊNCIA OU A DISTORÇÃO QUEIMA ALTO FALANTE? - SÍNTESE SONORA & ELETRÔNICA ARTESANAL

Evitando o Clipping:a maneira mais simples de evitar o clipping é reduzir o nível do sinal. 

Alternativamente, o sistema pode ser melhorado para suportar um nível de sinal mais alto sem saturar.Um limitador pode ser usado para dinamicamente reduzir os níveis das partes altas de um sinal .Um atenuador simples e  linear como um potenciômetro de ganho ou volume ligado na entrada do amplificador pode fazer a diferença…

NOVAMENTE!

O QUE QUEIMA UM ALTO-FALANTE E A DISTORÇÃO CAUSADA PELO EXCESSO DE SINAL DE ENTRA E FALTA DE TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ,insuficiente para NÍVEL DE AMPLIFICAÇÃO desejada! 
Então o problema é Tensão e não potência!

MATERIAL DE APOIO:
Eu resumi, misturei ou utilizei informação destas fontes. Por isso agradeço a eles por dividir seu conhecimento. Pode alguma coisa não estar correta, por favor, fique à vontade para me ajudar a melhorar.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Clipping_(eletr%C3%B4nica)
https://www.youtube.com/watch?v=vBhfzabbo-8
http://revistaautomotivo.com.br/auto/clipping-dos-amplificadores-o-vilao-dos-alto-falantes/
http://www.bravox.com.br/?url=alto-falante-potencia-eletrica
https://www.altovolumen.com/notas-tecnicas/parlantes-problemas-no-cubiertos-por-la-garantia/